Hospital
Banal
Nasce
Criança
Na dança
Do impasse
De crescer
Regredir
Morrer ou
Progredir
Estuda
Trabalha
Não usa
A navalha
Filho da puta.
Cortar
Cabelo
Arrumar
Emprego
Novo
Meu ovo!
Vida
Mediana
Frígida
Insana
Sem
Legado algum
Não sobrou
Um.
Morte
Que sorte!
Infarto
Miocardio.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Precoce.
A suavemente fria brisa da manhã, o cigarro barato, que de tão ruim me faz querer parar de fumar, a baixa pressão, a sensação da morte iminente, a mãe negligente de uma amiga que não sabe quem eu sou de verdade, e que continuo mantendo minha farsa entre os dedos, entre os neurônios e entre a veia aorta e alguma coisa do miorcadio, possivelmente o infarto. Tudo isso em uma curta e sinuosa caminhada até o medíocre colégio onde irei me iniciar pedagogicamente, com o triste português.
Toda essa caminhada me fez lembrar de minha insana e seletiva amnésia com relação à noite passada, da qual só consigo me lembrar de três coisas: A primeira linda menina dos olhos verdes esbugalhados, com cor de anjo e sobrancelhas arqueadas, com quem tive o prazer de conhecer aquela bocetinha carnuda e bem rosinha, suave como a seda árabe, que como uma traça devorei como se não houvesse amanhã; as nove cervejas vagabundas (certamente bebi muito mais, mas não recordo o quê); e os loiros cabelos da segunda pérola, os quais agarrei com fervor, e finalizei o árduo labor que havia iniciado com a linda e enigmática anja primeira. A primeira se extasiou umas três ou quatro vezes mutiplamente, e eu nenhuma (egoísta!), depois se vestiu e foi embora. A segunda gozou duas vezes separadamente, e me chupou tão deliciosamente, que enquanto ela o fazia recordei-me da cruelmente doce lolita de Nabokov lambendo seu picolé, e (me julguem), foi nessa hora, e só nessa hora, gozei de todo prazer momentâneo e tristemente limitado que aquela noite tinha a me oferecer.
E então, na manhã seguinte, entrei na sala de aula, escrevi meu nome no quadro negro (até hoje não entendo o porquê aquela merda é verde, e não negra), coloquei meu material em cima da mesa destinada à mim, e dei uma breve olhada para a sala do terceiro ano do ensino médio, onde duas meninas me olhavam com aquele sorrisinho acanhado, depravado e demasiadamente sujo. Uma tinha os olhos verdes esbugalhados, as sobrancelhas arqueadas e era branca como um anjo, a outra tinha os cabelos loiros e aquela inconfundível cor de pérola. Maldita juventude precoce.
Michael Chowski.
Toda essa caminhada me fez lembrar de minha insana e seletiva amnésia com relação à noite passada, da qual só consigo me lembrar de três coisas: A primeira linda menina dos olhos verdes esbugalhados, com cor de anjo e sobrancelhas arqueadas, com quem tive o prazer de conhecer aquela bocetinha carnuda e bem rosinha, suave como a seda árabe, que como uma traça devorei como se não houvesse amanhã; as nove cervejas vagabundas (certamente bebi muito mais, mas não recordo o quê); e os loiros cabelos da segunda pérola, os quais agarrei com fervor, e finalizei o árduo labor que havia iniciado com a linda e enigmática anja primeira. A primeira se extasiou umas três ou quatro vezes mutiplamente, e eu nenhuma (egoísta!), depois se vestiu e foi embora. A segunda gozou duas vezes separadamente, e me chupou tão deliciosamente, que enquanto ela o fazia recordei-me da cruelmente doce lolita de Nabokov lambendo seu picolé, e (me julguem), foi nessa hora, e só nessa hora, gozei de todo prazer momentâneo e tristemente limitado que aquela noite tinha a me oferecer.
E então, na manhã seguinte, entrei na sala de aula, escrevi meu nome no quadro negro (até hoje não entendo o porquê aquela merda é verde, e não negra), coloquei meu material em cima da mesa destinada à mim, e dei uma breve olhada para a sala do terceiro ano do ensino médio, onde duas meninas me olhavam com aquele sorrisinho acanhado, depravado e demasiadamente sujo. Uma tinha os olhos verdes esbugalhados, as sobrancelhas arqueadas e era branca como um anjo, a outra tinha os cabelos loiros e aquela inconfundível cor de pérola. Maldita juventude precoce.
Michael Chowski.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Dois L's.
Primeiramente, boa noite, sua merdinha. Antes de tudo quero dizer que você foi uma das piores coisas que me aconteceu, só perde para a triste morte da minha querida vó, e ela eu amava, e ainda amo, você não. Você sempre foi exaltada demais, sempre falou mais que sua boca, sempre foi desajeitada, e quase todas as vezes me causava asco, asco que a cada segundo se triplicava, por ouvir suas anedotas sem sentido, que às vezes eram tão sem graças quanto o sexo com você. Por falar em sexo, que merda era aquela que fazíamos? Sua putinha egoísta e sem sal, sempre prezou pelo próprio prazer, e só. Mas se tem uma coisa boa que me ensinou, foi não ser tão egoísta quanto você, e prezar o prazer da mulher, e me mostrou também que qualquer mulher que se deitar em minha cama será melhor que você, e que ver qualquer olhar será melhor que ver seu olhar de peixe morto toda santa manhã, ou sentir seu bafo quente e áspero, que se assemelha muito com um gambá com problemas intestinais apodrecendo dentro de um esgoto dentro do rio tietê. E não pense que sua família escapou, não. Sua mãe é uma pseudo-adolescente, que quando quer consegue ser bem antipática e ignorante, tediosa e tudo mais. E o que dizer do seu pai: Um dependente, pseudo-religioso, que só segue os preceitos da igreja quando o convém, mas em contrapartida, tudo se resume ao maldito pó. Mas não é tudo culpa deles não, pode-se ter um reflexo bem pequeno de algumas merdas que você fez/faz, mas todo mal é você que faz para si mesma e para as pessoas ao seu seu redor, sua encantadora de cobras de araque. Você é baixa, ardilosa, ingrata, inescrupulosa e totalmente desdentada dos dentes dos princípios. Para resumir: eu nunca te amei, quase que não gostei, seus gostos (músicas, filmes, pessoas, namorados, enfim, todos) são deploráveis, o modo com que você se ilude é vergonhoso, suas maneiras são duvidosas, você é vingativa e sua boceta fede à egoísmo. E eu realmente não me importo se seu nome tem um ou dois L's. Você vai apodrecer e me xingar pra sempre, que eu estou pouco me fodendo, e quero que você se foda também, sua putinha falsa. Só te tirei da geladeira, porquê ela podia estragar com você lá dentro, e também para caber mais comida. E você é tão patética que mesmo com o vermelho dos cabelos não conseguiu me agradar.
Abraços infernais, do seu pederasta favorito, Michael Chowski.
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