Menina desajeitada, vinda de uma pequena cidade do oeste do
Estados Unidos.
Bastante aplicada com os estudos desde cedo, sempre foi muito interessada em saber como as coisas aconteciam, por isso era bem interessada em física e química, principalmente nas partes que explicavam fenomênos inexplicáveis pra ela naquela época, como a chuva e toda a merda de evaporação e essas coisas. Saiu do colégio com notas incontestáveis, e tinha orgulho disso. Seguiu para a faculdade muito bem recomendada, e lá conheceu sua via longa para lugar nenhum. Seu nome era Ben, com uma ignorância inigualável, rude como um cavalo indomado, e muito, muito burro. Mas Ben também possuía o sorriso mais lindo que Olivia vira em toda sua vida, sua ingenuidade a encantava, encantava-lhe também a maneira com que ele era atencioso e cuidadoso com ela, ela era seu tesouro e ninguém ousava olhar para ela na presença do garotão caipira. Mas era muito difícil não olhar para Olivia, ela era a prova que o céu e o inferno existiam, era desenhada pelo grande Deus, com um ar angelical e um sorriso literalmente divino, e em contrapartida, parece que o acabamento do projeto tiha sido feito pelo próprio satã, lhe dando alguns traços maléficos, porém lindos, e um fogo que qualquer um conseguia sentir e ver, Olivia era angelical e fogosa, um anjo ardente. Ruiva, cor de anjo, com cabelos de fogo, e profundos olhos verdes que pareciam a piscina natural de sua alma, onde qualquer um desejaria nadar por horas e horas.
Olivia começou a ensinar Ben os príncipios básicos de tudo, inglês, matemática, história, geografia e todas essas matérias básicas. Mas era tudo de certa forma informal, com explicações aleatórias sobre as coisas cotidianas da vida, como a chuva. E com o tempo Olivia percebeu que ele possuia o dom de aprender, e muito rápido, tudo que e o ensinava. E como se fosse num piscar de olhos, ela viu Ben subindo em sua carreira de burro de carga da empreiteira onde trabalhava, já era responsável pelo setor de explosivos, e ganhava bem melhor. E então Ben some, sem explicação, sem sastifação nenhuma, nenhuma carta, nada.
E por alguns dias Olivia sofreu uma depressão até agrádavel, onde percebeu toda a canalhagem, de um clube de canalhas, onde incluía todos os homens: Padres, pastores, operários, todos, sem exceção nenhuma. Depois da quantidade de sofrimento absurda que teve, onde nesse período ela era ávida por destruir algo belo, ou somente destruir algo, explodiu alguns estabelecimentos, nada muito grave. Passado algum tempo desse surto terrorista de Olivia, ela chegou à conclusão que invés de destruir prédios, iria destruir homens. O primeiro, como já podia se imaginar, foi Ben. Ela era uma das “Putas de Paris” que armaram pra ele, “Era um amador, nunca passou de um muleque grande e burro.” Depois de Ben, ela começou a vagar pelos bares e salloons, casinos, todo lugar onde havia bebidas, cigarros, carteados, armas e essas coisas babacas de todo “macho do velho oeste”. Ela surgia com sua beleza estonteante, parece que de lugar nenhum, o tempo fechava, todos só prestavam atenção nela, ela possuia o olhar mais divino com as intenções mais diabólicas possíveis. Causava brigas, azar, mortes entre os homens desavisados. Mas havia um cara imune a esse feitiço voluntário, seu nome era Jimmy, grande, forte, lembrava Ben, mas era Ruivo e possuía uma barba respeitosa, com olhos verdes e satânicos. Era frio, calculista e percebeu o plano de caos e destruição masculina de Olivia, e como era chefe de operações da contrução de ferrovias, não podia perder homens assim. E então em uma noite ordinária, em um salloon qualquer, ela surge, e começa seu trabalho. Vestia um vestido curto, branco, como um anjo que caiu, e Jimmy observava toda a destruição, quando de repente ela se senta em seu lado no balcão, e começa a seduzi-lo, ele leva ela para o carro, tira sua pistola 38mm e lhe dá um tiro bem no meio dos lindos olhos, e agora ela veste um vestido branco e vermelho-sangue com uma áurea negra que pra sempre marcará aquele homem. E até hoje, Olivia assombra os jovens desavisados, que por sua causa bebem, cai, levantam e bebem do novo até a exaustão do fígado, e os que tem sorte, com muito sacríficio chegam em casa de manhã. E voltam para o bar, na noite seguinte à procura dela, da lenda, a mulher diabo.
Bastante aplicada com os estudos desde cedo, sempre foi muito interessada em saber como as coisas aconteciam, por isso era bem interessada em física e química, principalmente nas partes que explicavam fenomênos inexplicáveis pra ela naquela época, como a chuva e toda a merda de evaporação e essas coisas. Saiu do colégio com notas incontestáveis, e tinha orgulho disso. Seguiu para a faculdade muito bem recomendada, e lá conheceu sua via longa para lugar nenhum. Seu nome era Ben, com uma ignorância inigualável, rude como um cavalo indomado, e muito, muito burro. Mas Ben também possuía o sorriso mais lindo que Olivia vira em toda sua vida, sua ingenuidade a encantava, encantava-lhe também a maneira com que ele era atencioso e cuidadoso com ela, ela era seu tesouro e ninguém ousava olhar para ela na presença do garotão caipira. Mas era muito difícil não olhar para Olivia, ela era a prova que o céu e o inferno existiam, era desenhada pelo grande Deus, com um ar angelical e um sorriso literalmente divino, e em contrapartida, parece que o acabamento do projeto tiha sido feito pelo próprio satã, lhe dando alguns traços maléficos, porém lindos, e um fogo que qualquer um conseguia sentir e ver, Olivia era angelical e fogosa, um anjo ardente. Ruiva, cor de anjo, com cabelos de fogo, e profundos olhos verdes que pareciam a piscina natural de sua alma, onde qualquer um desejaria nadar por horas e horas.
Olivia começou a ensinar Ben os príncipios básicos de tudo, inglês, matemática, história, geografia e todas essas matérias básicas. Mas era tudo de certa forma informal, com explicações aleatórias sobre as coisas cotidianas da vida, como a chuva. E com o tempo Olivia percebeu que ele possuia o dom de aprender, e muito rápido, tudo que e o ensinava. E como se fosse num piscar de olhos, ela viu Ben subindo em sua carreira de burro de carga da empreiteira onde trabalhava, já era responsável pelo setor de explosivos, e ganhava bem melhor. E então Ben some, sem explicação, sem sastifação nenhuma, nenhuma carta, nada.
E por alguns dias Olivia sofreu uma depressão até agrádavel, onde percebeu toda a canalhagem, de um clube de canalhas, onde incluía todos os homens: Padres, pastores, operários, todos, sem exceção nenhuma. Depois da quantidade de sofrimento absurda que teve, onde nesse período ela era ávida por destruir algo belo, ou somente destruir algo, explodiu alguns estabelecimentos, nada muito grave. Passado algum tempo desse surto terrorista de Olivia, ela chegou à conclusão que invés de destruir prédios, iria destruir homens. O primeiro, como já podia se imaginar, foi Ben. Ela era uma das “Putas de Paris” que armaram pra ele, “Era um amador, nunca passou de um muleque grande e burro.” Depois de Ben, ela começou a vagar pelos bares e salloons, casinos, todo lugar onde havia bebidas, cigarros, carteados, armas e essas coisas babacas de todo “macho do velho oeste”. Ela surgia com sua beleza estonteante, parece que de lugar nenhum, o tempo fechava, todos só prestavam atenção nela, ela possuia o olhar mais divino com as intenções mais diabólicas possíveis. Causava brigas, azar, mortes entre os homens desavisados. Mas havia um cara imune a esse feitiço voluntário, seu nome era Jimmy, grande, forte, lembrava Ben, mas era Ruivo e possuía uma barba respeitosa, com olhos verdes e satânicos. Era frio, calculista e percebeu o plano de caos e destruição masculina de Olivia, e como era chefe de operações da contrução de ferrovias, não podia perder homens assim. E então em uma noite ordinária, em um salloon qualquer, ela surge, e começa seu trabalho. Vestia um vestido curto, branco, como um anjo que caiu, e Jimmy observava toda a destruição, quando de repente ela se senta em seu lado no balcão, e começa a seduzi-lo, ele leva ela para o carro, tira sua pistola 38mm e lhe dá um tiro bem no meio dos lindos olhos, e agora ela veste um vestido branco e vermelho-sangue com uma áurea negra que pra sempre marcará aquele homem. E até hoje, Olivia assombra os jovens desavisados, que por sua causa bebem, cai, levantam e bebem do novo até a exaustão do fígado, e os que tem sorte, com muito sacríficio chegam em casa de manhã. E voltam para o bar, na noite seguinte à procura dela, da lenda, a mulher diabo.

