sábado, 27 de abril de 2013
Lista.
"Cigarro
Você
Inferno
Sem cigarro
Você
Paraíso
Você
Você
Sem você
Cigarro
Garotas
Garotas especiais
Sem você, ainda
Cigarro."
_FILHO, QUE MERDA DE PAPEL É ESSE AQUI? CADÊ A LISTA DE COMPRAS QUE EU PEDI?
_Tá aqui em cima da mesa do computador mãe.-"Merda, devo ter ficado sonolento ou bêbado de novo, e esqueci meus pensamentos pela casa", pensei.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Aquele sorriso.
Meu nome é Jack. Antes de tudo quero que saibam, que sou criminoso, e carrego muita raiva dentro de mim, muita mesmo. Me apaixonei uma vez só em toda minha vida, por uma mulher incrível, que infelizmente, hoje deve ser chupada no inferno pelo próprio satã, de tão linda que é.
Antes que se perguntem: Sim, isso é um monólogo, uma história que contarei para vocês, sobre ela. Ela tinha um nome diferente, exótico e excitante, como ela: Czar. Nome que combinava com seus olhos verdes fortes e seu sorriso simpático e malicioso, com suas mandíbulas salientes, rosto forte e lindo, muito lindo.
Sou um sujeito agressivo, paranóico, psicótico e essas são só minhas qualidades. Quanto as minhas atribuições físicas, sou grande, forte e ruivo, tudo que preciso para matar. Agora que já temos as informações básicas, vamos à história.
Aprontei muitas barbaridades em uma cidadezinha dessas lá pro lado do oeste, fiz o caralho a quatro, comi todas as putas(sem pagar, claro), roubei toda a cidade, botei fogo no saloon, matei até o xerife com uma garrafa de rum, e a caçada pela minha cabeça se iniciou. Sei que não deveria fazer o que eu faço, beber o que eu bebo, porém a sociedade me fez assim, me olhando esquisito, muito esquisito. Porém nasci com um instinto agressivo, e a paciência muito curta, então, só quero destruir, explodir pontes, descarrilar trens, todas essas merdas, eu destruo mesmo. Numa dessas noitadas, uma até muito calma(eu havia matado só três caras) conheci Czar, linda, sentada na mesa de saloon, bem no meio. Fomos para o meu trailer, que fica bem afastado, onde eu moro completamente sozinho. Era a mulher perfeita, com curvas bem definidas,tinha a cor dos anjos e, se teve algum momento eu acreditei que existiam anjos este fora o momento.Sentia um desejo incontrolável, então rasguei seu vestido e mordi sua orelha, enquanto passava minhas mãos em suas coxas de veludo, e cheguei com minha mão em sua bocetinha de seda, como era perfeita! Como uma mulher dessas poderia se relacionar com um monstro como eu? Talvez buscando proteção, ou brutalidade, grosseria. Só sei que os dias passaram, e parecia que quanto mais feio, ou quanto mais sujo eu ficava, mais ela gostava de mim. Parei de sair, só saia para roubar, ou para matar algum filho da puta que ela pedia. Só sei que amava aquela mulher, aquele anjo, aquele demônio, aqueles olhos, aquele sorriso, aqueles peitos, aquela boceta, aquela cor, aquela.
Porém, como sou um bandido e o karma vive junto comigo em cada garrafa de rum, cada cigarro, cada ressaca sem fim que tenho, cada manhã de domingo, eu fui preso. Mas por um assassinato apenas, e de um ladrão, como eu. Fui para a cadeia estadual, foi um inferno, pois era San Quentin. Não podia se esperar menos. Cumpri minha pena, saí da cadeia e lá estava ela em um conversível, com uns óculos escuros ridículos, mas que deixavam ela absurdamente linda, 4 maços de cigarros e uma garrafa de gim, bebida que particularmente não gostava, mas se era com ela eu tomava até ácido sulfúrico com essência de cianureto temperado com carvão, enxofre e salitre. Começamos a rodar sem motivo, até que ela parou em frente a um banco, deu dois tiros para o alto, rendeu o gerente, e correu para o carro com um saco de dinheiro que voou no banco de trás. Duas horas seguidas acelerando o carro, carros e carros de polícia atrás de nós, e como se fôssemos bruxas em Salém nos perseguiram, porém sem o mesmo sucesso da igreja. uma coisa me chamou atenção em todo esse caos: Aqueles olhos verdes opacos, refletidos nos óculos pela luz do sol, ela com aquele sorriso enigmático e safado, contrastando com toda a merda negra que passei, e então, nessa hora tive um lampejo de genialidade, e resumi minha vida em uma frase:"Com essa mulher eu não consigo mais viver dentro da lei". Quase quatro dias de perseguição, sem dormir, passamos em um posto de gasolina, com a tubulação de gás vazando, e uma bituca voando no banco de trás. Meu relógio para, tudo fica claro agora. Nunca mais verei aquele sorriso.
Antes que se perguntem: Sim, isso é um monólogo, uma história que contarei para vocês, sobre ela. Ela tinha um nome diferente, exótico e excitante, como ela: Czar. Nome que combinava com seus olhos verdes fortes e seu sorriso simpático e malicioso, com suas mandíbulas salientes, rosto forte e lindo, muito lindo.
Sou um sujeito agressivo, paranóico, psicótico e essas são só minhas qualidades. Quanto as minhas atribuições físicas, sou grande, forte e ruivo, tudo que preciso para matar. Agora que já temos as informações básicas, vamos à história.
Aprontei muitas barbaridades em uma cidadezinha dessas lá pro lado do oeste, fiz o caralho a quatro, comi todas as putas(sem pagar, claro), roubei toda a cidade, botei fogo no saloon, matei até o xerife com uma garrafa de rum, e a caçada pela minha cabeça se iniciou. Sei que não deveria fazer o que eu faço, beber o que eu bebo, porém a sociedade me fez assim, me olhando esquisito, muito esquisito. Porém nasci com um instinto agressivo, e a paciência muito curta, então, só quero destruir, explodir pontes, descarrilar trens, todas essas merdas, eu destruo mesmo. Numa dessas noitadas, uma até muito calma(eu havia matado só três caras) conheci Czar, linda, sentada na mesa de saloon, bem no meio. Fomos para o meu trailer, que fica bem afastado, onde eu moro completamente sozinho. Era a mulher perfeita, com curvas bem definidas,tinha a cor dos anjos e, se teve algum momento eu acreditei que existiam anjos este fora o momento.Sentia um desejo incontrolável, então rasguei seu vestido e mordi sua orelha, enquanto passava minhas mãos em suas coxas de veludo, e cheguei com minha mão em sua bocetinha de seda, como era perfeita! Como uma mulher dessas poderia se relacionar com um monstro como eu? Talvez buscando proteção, ou brutalidade, grosseria. Só sei que os dias passaram, e parecia que quanto mais feio, ou quanto mais sujo eu ficava, mais ela gostava de mim. Parei de sair, só saia para roubar, ou para matar algum filho da puta que ela pedia. Só sei que amava aquela mulher, aquele anjo, aquele demônio, aqueles olhos, aquele sorriso, aqueles peitos, aquela boceta, aquela cor, aquela.
Porém, como sou um bandido e o karma vive junto comigo em cada garrafa de rum, cada cigarro, cada ressaca sem fim que tenho, cada manhã de domingo, eu fui preso. Mas por um assassinato apenas, e de um ladrão, como eu. Fui para a cadeia estadual, foi um inferno, pois era San Quentin. Não podia se esperar menos. Cumpri minha pena, saí da cadeia e lá estava ela em um conversível, com uns óculos escuros ridículos, mas que deixavam ela absurdamente linda, 4 maços de cigarros e uma garrafa de gim, bebida que particularmente não gostava, mas se era com ela eu tomava até ácido sulfúrico com essência de cianureto temperado com carvão, enxofre e salitre. Começamos a rodar sem motivo, até que ela parou em frente a um banco, deu dois tiros para o alto, rendeu o gerente, e correu para o carro com um saco de dinheiro que voou no banco de trás. Duas horas seguidas acelerando o carro, carros e carros de polícia atrás de nós, e como se fôssemos bruxas em Salém nos perseguiram, porém sem o mesmo sucesso da igreja. uma coisa me chamou atenção em todo esse caos: Aqueles olhos verdes opacos, refletidos nos óculos pela luz do sol, ela com aquele sorriso enigmático e safado, contrastando com toda a merda negra que passei, e então, nessa hora tive um lampejo de genialidade, e resumi minha vida em uma frase:"Com essa mulher eu não consigo mais viver dentro da lei". Quase quatro dias de perseguição, sem dormir, passamos em um posto de gasolina, com a tubulação de gás vazando, e uma bituca voando no banco de trás. Meu relógio para, tudo fica claro agora. Nunca mais verei aquele sorriso.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Estrada.
Olho pra cima do fundo poço
Prestes a olhar
Não corro mais atrás
Porém a aberta ferida traz
A solidão voluntária
A necessidade sedentária
A certeza soca minha cara
A realidade hoje é eminente
Enquanto sua surdez latente
Me força a ser um canalha
Mas sua voz está confinada em cada veia
Me forçando mesmo que distante
Para que esse tolo não te ame
E o pior defeito é a surdez que me golpeia
Hoje mergulho e fico à deriva
Só esperando um dia ouvir você gritar
Volta! Hoje só você me cativa
E essa sensação não pode contrastar
Como a posição do sol, do mar
Sensação de uma só definição
Que se resume em única palavra ainda
Linda.
E não se esqueça nunca
Que qualquer estrada que tomar
Não importa se hoje faz chuva
Te levará de volta para o lar.
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